Quem sou eu

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Belém, Pará, Brazil
Quanto mais conheço os homens, mais acho as mulheres submissas.

30 de dezembro de 2008

Finito.

Buscando algo pra escrever aqui com meus botões, queria dizer em poucas ou muitas palavras o que fiz durante esse ano todo. Acredito que seja esse sentimento de " não fiz tudo o que podia" que levam as pessoas a escreverem ou somente a pensarem nessas coisas que geralmente fazemos no final de um ano intenso ( pra mim todos são intensos.. há mortes, há nascimentos, há explosões, há choro, há vela, alegrias.. tudo, enfim..). E é justamente esse sentimento de incompletabilidade que frustra, mas que em contrapartida me faz entender o quanto sou humana, falha e adoravelmente normal.
Nesse ano eu vivi. E muito. Sobrevivi a uma "rubéolasarampo" das brabas. Senti muita dor, mas não somente as de cabeça por causa da doença e das infinitas gripes, mas no peito mesmo e com um eu-lírico poético e sentimental.
Experimentei sensações loucas e conheci pessoas que pretendo levar pro resto da vida comigo, outras, pretendo manter uma distancia amigável, e muitas nem isso. Posso dizer que aprendi a ser colega ( não amiga), a falar menos, observar mais, ser abrupta, rude, mas doce. O mais importante, aprendi a dizer NÃO! e sem remorsos ( dificil essa). Realmente o "pagando pra ver" se fez presnte na maioria das minhas atitudes nesse ano. Se cresci? Não suporto essa palavra e suas variações, por que tem um Que de insulto e isso me destrói. Cresci não, eu amadureci. Já essa palavra torna a evolução melhor e muito mais sonora.
Um ano que me fez repensar muitos conceitos, e além disso, me deu coragem pra colocar em prática algumas coisinhas que venho pensando há tempos somente com meus botões.
E completando a festa, Deus é tão precioso e perfeito na sua plenitude que deixou o melhor pro final (rá. Ele está querendo aparecer, eu acho! hahaha) que está permitindo que eu feche o meu ano com chave de ouro cravejada de rubis e diamantes, pois nesse ano, bem no finalzinho, eu encontrei o encaixe perfeito pro meu coração e não tem nada que se compare a essa sensação.

Feliz Dois Mil e 9