Quem sou eu

Minha foto
Belém, Pará, Brazil
Quanto mais conheço os homens, mais acho as mulheres submissas.

13 de janeiro de 2009

Poeta tem mania de escrever tudo que pensa. Acredito que na utópica esperança que algo seja levado em consideração ou faça sucesso no meio, ele escreve.
Muitos se preocupam com formas e formatos, que no meu entendimento é ultrapassado, classicamente brega. Oprime. Pode ser uma grande tolice eu dizer isso, mas é o que acho.Tenho realmente um pavor apavorante de quem escreve errado o português. Amo crases, acentos e figuras. Não sou fanática, mas me fascina a linguagem brasileira.
Poeta se liberta criando. Criando caso, criando verso, criando prosa, rimas... é bonito, mas é muito trabalhoso Não me venham dizer que essa conversa é de preguiçoso ou de alguem que gosta de escrever, mas que realmente não sabe seguir regras linguísticas. Tudo bem que isso pode ser um pouquinho de verdade, porém o meu ponto de vista agrada não somente a mim como a outros grandes letrados, estudados e ( por que não) até poetas pós-modernistas importantes. Está certo que não lembro o nome de nenhum agora, mas sei que existem...
ora bolas!
Minhas coisas, textos e afins geralmente só saem rimando ou numa estrutura quando faço música (que ficam dentro da minha cabeça por semanas) e suas letras no lugar mais inusitado e onde eu não posso gravar ou escrever com os aparatos que utilizo (papel e caneta), debaixo do chuveiro. E geralmente é quando saem os melhores sons e letras. Mas que sacanagem!
Gosto de bossa nova, de jazz e de Maysa. Fantástica!
Pode sim ser modinha de televisão, mas se não o fosse a grande massa da população brasileira, como eu, não a (re)conheceria e não seriam fãns.
Não é de hoje que as pessoas criticam meus gostos musicais. Todos ficam abismados quando eu digo que sou fãn de Amy Winehouse, e esses geralmente são aqueles que preferem sentar a frente de uma caida de som ouvindo em brados estrindentes um "breguinha melody". Resumindo, esses não merecem nem créditos por não gostarem, primeiramente pelo fato do gosto musical dele (a) ser despresível. Nada contra a cultura inútil paraense, mas o "convenhamos" é tanto que nem precisam do "segundamente".
Essas músicas, o jeito de cantar, a vida me inspira a pensar o quão sou feliz e posso escrever sobre a infelicidade dos outros. Soou cruel isso não foi? Eu sei, mas é verdade. Como não se inspirar quando Maysa canta, quando Eliz canta, quando Amy canta.
Eu não suporto falso intelecutal,( você conseguiu entender a ligação dos dois assuntos? Pois tem!) não sou intelectual, sou uma pessoa bem bocuda, bem bravinha, bem pavio curto, bem, bem...eu pra não tolerar chorinhos e velhinhas. Minha paciência tem o famoso limite, mas a minha ternura não tem validade. "Ahh você gosta disso pra dizer que é cult". Cult é p*** que o pariu.
Mas nem tudo são "odinhos" de quem não merece ( bando de invejosos). Também há momentos perfeitos com a pessoa perfeita pra aquelas ocasiões. Se bem que quando se gosta de alguém todo lugar fica mais aconchegante com a pessoa ao lado.. com ele do lado.
Eu vivi num labirinto sem muita perspectiva de sair de lá viva, até que chegou um príncipe e me fez asas de cera. Eu consegui escapar, mas quando elas derreteram, diferente de Ícaro, eu não cai no mar, mas no coração e nos braços dele. Meio meloso o que eu disse, mas não tem como ser romântico sem ser assim. Eu ainda estou me acostumando com isso. Paciência comigo. É tudo meio novo, sendo meio velho. ( vinho é bom velho, não?). Fase boa.
E sem perceber falei de tanta coisa sem concluir muuito bem nada. Eu não disse que poeta ten mania de escrever tudo o que pensa?